Quem somos


   
   A concepção do Museu Penitenciário Paulista – MPP inicia com a criação do Serviço de Biotipologia Criminal, pelo Decreto n° 10.773, de 11 de dezembro de 1939. No referido decreto uma das competências do Serviço de Biotipologia era a de organizar o Museu Penitenciário.
  O MPP foi reorganizado com o regulamento do antigo Departamento dos Institutos Penais do Estado - DIPE - Decreto n°42.446 de 9 de setembro de 1963, sua reorganização visava a valorização do estudo e a divulgação da evolução da pena no Estado de São Paulo.
  No início da década de 1990, com a constituição da Secretaria da Administração Penitenciária, o museu passa fazer parte da Escola de Administração Penitenciária “Dr. Luiz Camargo Wolfmann”. Contudo o trabalho do museu visava torná-lo exclusivamente um meio pedagógico para treinamento dos servidores da Administração Penitenciária e suas atribuições foram definidas pelo Decreto nº 38.424, de 7 de março de 1994, que organiza a Academia Penitenciária e posteriormente pelo Decreto n° 45.177 de 8 de setembro de 2000.
  Em 2009, por meio da Resolução SAP-144, de 04 de junho, o Secretário da Administração Penitenciária determina a criação de um Grupo de Trabalho para promover estudos visando à criação de uma sede na cidade de São Paulo que possibilitasse a abertura do museu para o público em geral.
  E o finalmente, o Decreto n° 55.733, de 23 de abril de 2010 dispõe sobre a transferência do Museu Penitenciário da Escola de Administração Penitenciária “Dr. Luiz Camargo Wolfmann” para o Gabinete do secretário da Secretaria da Administração Penitenciária.

  Sendo que em julho de 2014 foi pela primeira vez abeta à visitação pública a sede do museu, exibindo o acervo relacionado à ressocialização e a cultura prisional. 

 O escopo do Museu Penitenciário Paulista é o de produzir informações e conhecimento sobre a ciência jurídica penal e sua execução, observada na própria história do Sistema Penitenciário Paulista, assim como abordar suas características, desenvolvimento e evolução.
Sua missão é ser um espaço aberto ao público em geral, capaz de propiciar a reflexão sobre a história penitenciária e a pena.

Sua função social é possibilitar a abordagem de enfoques temáticos que evidenciem as amplas ramificações1 da relação indivíduo-sociedade sob o ponto de vista da pena.