quarta-feira, 26 de outubro de 2016

EXEMPLOS INTERNACIONAIS

A pena alternativa no Brasil ainda é pouco aplicada, além de ser vista com maus olhos por quem acredita que qualquer mecanismo que evite o encarceramento não seja capaz de punir um indivíduo. Contudo, as medidas alternativas podem significar uma opção para a estrutura penitenciária, já que pequenos delitos com pena de até um ano e sem uso de violência poderiam ser punidos com ações como o trabalho comunitário.

PENAS ALTERNATIVAS OFERECEM RECOMEÇO

A execução penal exercida através da prestação de trabalho comunitário tem se mostrado um grande transformador de vidas, ao levar o indivíduo a ocupar um espaço nunca antes imaginado, já que esta opção de pena pode ser cumprida em uma variedade de instituições e empresas cadastradas.

Não é difícil encontrar uma grande quantidade de casos espalhados pelo Brasil de pessoas que, ao cumprirem sua pena em asilos, creches e instituições do tipo, se ligam emocionalmente ao ambiente e às pessoas com quem convivem, criando laços e continuando o trabalho mesmo depois de terminado o tempo determinado pelo juiz, através do voluntariado ou também da contratação.

COLUNA MEMÓRIA ORAL

Com: Mauro Rogério Bittencourt 

Sou natural de Pirajuí. Quando estava com 17 anos de idade, um amigo que trabalhava no sistema Após a cerimônia, o secretário veio conversar foi comigo e me convidou para cuidar do cerimonial em São Paulo. Assim, depois dos 28 anos de idade, me vi morando em São Paulo. Comecei trabalhando na Assessoria de Imprensa; depois fui transferido para Unidade Processante Permanente – UPP; e, posteriormente, para o Grupo de Trabalho que visitava as unidades e fazia o diagnóstico da unidade, antes da visita do secretário. Até que, certo dia, fui indicado para ser diretor do Centro de Penas Alternativas, ligado ao Departamento Reintegração, sendo convidado a assumir o cargo de Diretor do Departamento quando houve oportunidade. Depois de um tempo, mandamos uma proposta para transformação do Departamento para Coordenaria.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

CASA DE DETENÇÃO

Carandiru

A primeira Casa de Detenção de São Paulo foi criada no governo de Ademar de Barros, em 1938, e ficava na Avenida Tiradentes. O prédio, construído para ser Casa de Correção, abrigou posteriormente vários tipos de unidades: Penitenciária, Cadeia Pública, Presídio Político. Como a antiga construção já era considerada exígua em suas acomodações e enfrentava diversos problemas de conservação, discutia-se o levantamento de uma nova edificação. Após treze anos, em agosto de 1951, o governo de Lucas Nogueira Garcez contrataria o Escritório Técnico Ramos de Azevedo, Severo & Villares S.A para a obra da nova Casa de Detenção.